“Eu escolhi esperar” ganha novos adeptos

27/04/2016

Casais que não são mais virgens, mas, escolheram parar as atividades sexuais e esperar o casamento

O movimento “Eu escolhi esperar”, liderado e idealizado pelo pastor Nelson Junior tem alcançado cada vez mais adeptos. A grande novidade é que casais, que já perderam a virgindade, aderiram a causa em novos relacionamentos. O principal motivo é seguir a doutrina evangélica e tornar o momento mais especial.

Em reportagem feita pela BBC Brasil, alguns casais falaram sobre as dificuldades de manter a escolha. Há cinco anos em relacionamento com Carla Cristina, Felipe Araujo falou que já pensou em desistir, mas entendeu que o sexo não é o principal na relação. “Com certeza é mais difícil para a gente, mas é uma escolha. Já pensamos em desistir, claro, mas a gente viu que não vale a pena. Temos uma vida inteira pela frente. Tememos a palavra de Deus e esse (sexo) não é o principal motivo de a gente estar junto. O que nos une é o amor e o carinho que temos um pelo outro”, afirmou Araújo.

Outro casal falou a BBC foi Renata Cristina e Douglas. Ela ainda é virgem, ele, por sua vez, compreendeu a decisão de sua namorada. “No começo, foi muito difícil porque ele veio de outros relacionamentos e não era evangélico. Nunca tinha pisado numa igreja. Ele insistia diversas vezes (para fazer sexo), mas depois me entendeu e concordou”, conta Renata.

O “Eu escolhi esperar” ficou famoso por todo país após a adesão de nomes importantes como o de Kaká. Na época ainda jogador da seleção brasileira de futebol, Kaká ganhou as manchetes ao anunciar sua virgindade.

“Sou um homem como outro qualquer. Não foi fácil chegar ao casamento sem ter estado com uma mulher. Sempre haverá tentações, mas ser fiel é o mais importante e soubemos esperar pelas coisas. Com Caroline, nos beijávamos e havia desejo, mas sempre seguramos a barra. Fizemos muitos sacrifícios e tivemos de abrir mão de certas coisas. Para nós, a primeira noite foi belíssima”, afirmou o jogador 

Ciente das dificuldades, o pastor Nelson Junior lembra que há um limite bem definido até onde pode ir o casal sem quebrar a promessa. Qualquer modalidade de sexo, inclusive aquelas que não envolvem penetração, como o oral e o virtual e até a masturbação são proibidas.

“O melhor conselho que eu dou é evitar carícias, que são aqueles carinhos com intenções sexuais. Isso inclui evitar ficar sozinhos, namorar no escuro, beijos muito prolongados e ter conversas íntimas”, comenta o pastor.

Com mais de três milhões de seguidores em sua página no Facebook, Eu Escolhi Esperar é o principal apoio para os que optam em ter relações sexuais somente após o casamento. Além das redes sociais o movimento ainda tem um livro, que já vendeu mais de 100 mil exemplares, escrito pelo seu criado Nelson Junior.

Terremoto obriga Equador a aplicar reformas fiscais postergadas

27/04/2016

Funcionários observam lojas destruídas pelo terremoto, em bairro comercial de Portoviejo, no EquadorMesmo antes do terremoto, as perspectivas eram duras para este pequeno país andino.

Os preços do petróleo, que um dia alimentaram os gastos pródigos do governo voltados para os pobres, despencaram. A economia estava em contração. A única salvação era a China, cujos empréstimos incluíam altas taxas de juros e condições que o governo local não divulgava.

Hoje, depois do maior terremoto no Equador desde 1979, os líderes de esquerda do país estão recorrendo ao tipo de medidas que combatiam antes de chegar ao poder.

O abandono das relações naturais

27/04/2016

Uma das distorções mais sérias do plano divino para o casamento e a família é a homossexualidade. Tanto o antigo Israel quanto o mundo do Novo Testamento tiveram de lidar com tal prática. Sodoma e Gomorra, os gibeonitas na era dos juízes, as seguidas aparições de homossexuais ao longo do governo de reis ímpios etc. são uma prova de que o desafio do século XXI não é novo; porém, creio que hoje estamos enfrentando o maior desafio nesta temática em todos os tempos.

Andreas J. Köstenberger, no seu livro “Deus, casamento e família: reconstruindo o fundamento bíblico”, diz o seguinte: “A cultura contemporânea tem visto crescer o fenômeno da homossexualidade. (…) A cultura secular tem aceito cada vez mais a homossexualidade como estilo de vida alternativo, como também muitos da igreja têm assumido uma postura menos rígida. Alguns pastores revelaram sua orientação homossexual, muitos membros de igreja tradicionais discutem energicamente a legitimidade moral da homossexualidade e, pelo menos uma denominação elegeu um homossexual praticante para um cargo de liderança denominacional”. A verdade é que este assunto não pode mais ficar no âmbito silencioso ou na dimensão da vista grossa – chegou o tempo de tratarmos disso e tem que ser já!

Fonte: Gospel Prime

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